segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Universo Feminino


Ah o Universo Feminino...!

Não consigo compreender como tais seres de aparência delicada conseguem despistar-me embrenhando-se em meandros do desconhecer.

É algo assustador meus caros! Hoje enquanto relaxava no meu pós almoço ouvi, vindo da boca de uma mulher, as seguintes palavras:


“- Mulher só termina com um cara quando já tem outro em vista.”

Isso é assustador, repito e enfatizo, ASSUSTADOR!

Esses seres de traços meigos e voz doce são na realidade feras “bifaciais”. Mostram-nos sua face hipnotizante, aquela que faz com queiramos as proteger (Tolos!), mas é tudo conversa para boi dormir. E sabe o que é pior? Dormimos!

A única proteção que a mulher busca é a certeza de não estar só. Nada mais. Conheço não só uma, mas vária garotas que dizem por trás de seu companheiros, é claro (dissimuladas!), que não os amam. Ainda bem que não ouvi, ainda, da boca de terceiros que já aconteceu o mesmo comigo.

Desisto. Desisto, pelo fato de que é impossível tocar o Universo Feminino, nem se quer aproximar para melhor visualizá-lo, elas não querem, fazer o quê.

Confesso que aquela esperança de encontrar a princesa adormecida, cuja a qual chegaria eu para socorrê-la com um beijo e com minha vida, termina aqui com estas palavras.Não desisto de um sonho difícil, desisto de um sonho impossível.


Obs.: Isso não é uma carta testamento de sexualidade! Sou e SEMPRE SEREI HETEROSSEXUAL!

Desisto apenas da minha princesa do meu conto de fadas.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

New Sistem

Tudo o que é feito aqui é justamente o contrário, pois justamente, o contrário mesmo que sim, eu tenho muito o que dizer.

Porém mesmo sem saber o que eu escrevi ontem, sobre a minha mãe me deu 11 reais para fazer um carro portátil que dê para colocar um caderno para eu escrever tudo o que eu não sei ler um livro do Paulo Coelho que esteve lá em casa ontem choveu muito aqui em cima de Belo Horizonte e então sorri para você me dizer muita coisa sobre nada.

Não que nada seja a inversão do tudo sobre o carro ou até mesmo
a vinculação da fome sobre o caderno, entendem? É justamente isso!!

Por fim, novamente
sorri para você me dizer muita coisa sobre nada.


Resumindo: O novo sistema da loja (WGC), está provocando um caos nos setores desde vendas até o estoque, nada funciona!! (PARADOS!)

sábado, 20 de novembro de 2010

Fórmula do Amor


Posso estar errado, mas não acredito neste amor pregado por alguns por aí.

Concordo plenamente que o amor segue uma lógica totalmente ilógica, porém não consigo conceber a ideia de que o amor é algo adaptável às nossas necessidades e conveniências. Convenhamos que para amar não existe regra, exceto no que diz respeito à sinceridade. Então questiono: - É sincero envolver-se com alguém por um motivo terceiro?

Enfatizo a ideia de que motivos terceiros estão, aqui neste texto, associados à bens materiais, influência ideológica de estranhos ao relacionamento ou troca de favores (ficar com alguém por sentimentos próximos à gratidão).

Não! Não concordo!

É algo de baixo escalão, envolver-se com alguém por tais motivos. Não encontro legitimidade em relacionamento que não seja construído sobre aquele friozinho na barriga que dá ao ver o outro, ou que fica esperando, como se fosse premio de loteria, um telefonema do outro.

Eu acredito no “eu te amo”, mas não necesariamente naquele novelístico, onde o amor ocorre, como eles dizem, à primeira vista (mentira!). Acredito no eu te amo construído com o passar do tempo, com a descoberta do outro, mas acredito também que para este eu te amo existir é fundamental a coexistência do friozinho na barriga e da espera do telefonema.

Rogo a Deus que não tenha a infelicidade de ter um relacionamento onde meu par esteja comigo por conveniências.

Sorte?

Não.

É questão de estar atento e aberto para as novidades.


A formula do amor é clara, todo mundo conhece, todo mundo sabe, mas ninguém entende. É como aquela lá daquele grande cientista judeu:

E = m.c²

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Sem Idéias


Juro que queria ter escrito algo de intressante aqui hoje!














Obs.: Nunca vou conseguir escrever ideia, jiboia, etc. ...

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

A ti Arte

Começo o texto de hoje com uma citação que julgo ser a citação das citações que já fiz:

"Escrever sobre arte é como dançar sobre arquitetura." (Autor desconhecido)

Qual é o segredo da arte?

De onde vem esse poder de penetrar a essência dos nossos sentimentos?
O dia todo, o tempo todo somos bombardeados com informações vindas de todos os lados. Deste bombardeio de informações resulta, também, uma multidão de fatos e coisas que apenas passaram por nossos sentidos (porta de entrada) e não fizeram, nem se quer momentaneamente, diferença para nossa pessoa.

Mas surpreendentemente acontece que com o soar de uma simples melodia, ou ao contemplar uma pintura (nada muito erudito, pode ser grafite mesmo), ou até ao ver uma fotografia nossa alma enche-se de uma sensação, um êxtase difícil de explicar, mas que nos transporta para um estado de graça inigualável. Isso é coisa da ARTE.

Tive um professor de música chamado Izael de Castro que cetra vez no seu quarto, em sua casa (as aulas eram carregadas de uma tremenda carga de informalidade!) disse-me após ouvirmos uma melodia do grande maestro e compositor John Williams que aquilo era prova da existência de Deus. Foi algo que acredito que o mesmo tenha dito em um momento de contemplação, e talvez nem mais o tenha feito posteriormente, mas aquela frase até hoje ecoa em minha mente quanto tento compreender a arte e seu efeitos.

Graças a Deus tenho a possibilidade de tocar esse fenômeno divino em suas extremidades: como apreciador e como criador (se é que esta palavra possa ser empregada para quem faz arte – faz ou transforma? -). Produzir arte é falar de si, é uma forma de desabafar, de externar o que de mais visceral temos em nossos sentimentos, às vezes até inconscientes o fazemos. Mas nada mais do que se possa falar sobre arte, ou melhor, nada do que já ouvir falar sobre arte se aproximou mais do que acredito ser a melhor definição para a mesma, do que a frase proferida pelo Izael naquela tarde, naquele quarto.

Acabei de assistir o filme “O Terminal” do GÊNIO Steven Spielberg, com trilha sonora (IMPACTANTE!) do já citado aqui John Williams, e atuação inenarrável de Tom Hanks. Isso foi combustível para uma explosão de sentimentos desde as primeiras cenas até o término do filme.

Detalhe: Só após assistir o filme e que fui perceber que o mesmo era do Spielberg (só podia!), e a trilha sonora do John Williams (ô duplinha viu?!), depois que descobri isso, tudo fez sentido. O dom da arte é algo formidável.


Nota: A arte é uma criação humana com valores estéticos (beleza, equilíbrio, harmonia, revolta) que sintetizam as suas emoções, sua história, seus sentimentos e a sua cultura.
Fonte: http://www.spiner.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=192 acessado em 09/11/2010 às 01h32min

sábado, 30 de outubro de 2010

Ao Luar...










A música clássica tem uma magia que não consigo decifrar em palavras. Mas por triste coincidência ou talvez nem tanto (talvez por sintoma), sempre que estou cabisbaixo pego-me ouvindo tal estilo musical.


Saudade é algo preocupante. A muito tempo atrás (tinha meus 16 anos), fiz uma das minhas primeiras considerações sobre a vida, a qual julgo até hoje ser uma verdade irrefutável: Felicidade e saudade nunca poderão andar juntas.

O raciocínio é muito simples:

Quando felizes, ocupamos nossa mente demasiadamente com coisas vibrantes, diria até mesmo coisas entorpecentes, tão entorpecentes que chegam a ofuscar o brilho nostálgico que reluz de nossa alma no instante em que sentimos saudade.

Preciso urgentemente de algo que me faça brilhar os olhos. Algo que como óculos colorido venha pigmentar meu redor. Quero sangue quente e corrente em minhas veias.

Sonata ao luar de Ludwig Van Beethoven, é sem dúvidas uma obra prima da humanidade, a ponto de nos transportar para um estado de espírito estonteante. É impressionante como um ser humano foi capaz de algo tão majestoso e singelo ao mesmo tempo.

Cada movimento externa um estado de espírito diferente, mas superficialmente apenas, pois desde o primeiro movimento até o terceiro é possível identificar a mesma áurea na música.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Férias


Vinte dias.

Quais são as possibilidades para vinte dias?


Pensemos:

- Um dia tem 24 h, então consequentemente 1440 minutos, cujo os quais em si comportam 86400 segundos.

Pronto. De posse deste raciocínio podemos ter algumas evidências.

Um miojo, por exemplo, leva 3 minutos para ser preparado, logo em um dia posso preparar 480 miojos (1440 min. / 3 min). Isso tudo em 20 dias dá-me a possibilidade de preparar 9600 pratos destes. Mas não cozinho muito bem....

Então quem sabe assistir o maior número possível de jogos dos últimos campeonatos brasileiro?

Cada jogo possui dois tempos de 45 minutos cada; coloquemos mais 6 minutos de acréscimo, 3 para cada tempo, perfar-se-á um total de 51 minutos, para que a conta fique arrendondada, colocarei mais 9 minutos para coisas do tipo como colocar o DVD, dar o “play”, tomar água, etc., no final terei gastado 1 hora para cada partida. Muito Bom! Um jogo a cada hora, 24 por dia, 480 no final do período de 20 dias! Dá pra ver muitos gols! Mas não sou fã de futebol...


O dinheiro não está lá muito essas coisas, então devo procurar possibilidades que não necessitem que eu despenda todos os meus recursos financeiros oriundos de remuneração específica do período de férias. Então devo buscar atividades baixo custo, ou de preferencia sem nenhum custo financeiro. Já tenho em mente correr, sobretudo para me preparar fisicamente, o que é uma prioridade em minha vida atualmente.

Tocar! É isso! Música! Muita música!

Descansar das coisas do dia a dias, ver com maior frequência meus amigos (mais conversas filosóficas com o Filipe Brandão).

Dar um “pause” no Marcos, Fábio (Netinho), Phillipe (Balboa), Thales (Idiota!), Wendel (Meu p. De óculos), para aí sim cuidar melhor de minhas coisas.

É isso! Cuidar das minhas coisas.

E no fim, por experiência, desejo que se cumpra a vontade de Deus perante a minha, pois a primeira é a única verdadeiramente boa para os meus dias. E que meus pés andem, neste período, nos átrios do Senhor!


Paz e Bem!



quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Tão Perto do Chão


“Eu tava quase chegando no chão
E o pára-quedas reserva se abriu
Depois de mil tentativas em vão
Desfibrilaram o meu coração.”

Resgate




No desespero nos encontramos. A maior parte das reflexões acerca de nós mesmos, infelizmente, são feitas na zona de desconforto. E é justamente por esse fato que é na zona de desconforto que crescemos. Quando passamos por dificuldades temos a chance de adentrar meandros desconhecidos, locais onde apenas chegamos se tocarmos a face do sofrer.


Existe uma verso que é cantado no Exército Brasileiro que exemplifica bem isso que eu disse: “ É do fogo bem mais forte, que se forja o aço bom!”. Só que para sermos forjados como bom aço devemos enfraquecer.

Assim como o aço antes de se tornar boa liga é derretido, enfraquecido, para só depois deste processo resfriar-se e se tornar utilizável nas condições mais adversas possíveis, somos nós que enfraquecemos, sofremos, choramos, para depois passar por um processo lento de resfriamento e recuperação, onde findaremos mais uma etapa de nossa vida, agora porém, fortificados pela aprendizagem do sofrer.

Temos que contar com as fontes de apoio, mas apoio positivo, pois o mundo está repleto de falsas oportunidades de solução dos nossos problemas. Tomemos como fonte de apoio a busca por Deus e o apoio dos amigos e familiares, reconheçamos nossas fraquezas e aceitemos o apoio oferecido, independente de onde venha, desde que de fontes legitimamente licitas, do bem.

Não tomemos os momento de dor como única forma de evoluirmos como seres humanos, mas é baseado em experiências pragmáticas que argumento que nestas situações é que absorvemos de forma visceral quais deverão ser nossas posturas ante situações similares.

A fórmula é simples: Esperança + Perseverança + Apoio exterior (amigos) = Destruição de nossas angustias.


Fé em Deus e pé na estrada!

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Lá Fora



Acho que é a chuva.

Espero que seja a chuva...

Será que é a chuva...?

Não. Não é a chuva.


Sempre procuramos fatores externos para designar os “porquês” do nosso estado de espírito. Mas nem sempre os mesmos são os únicos responsáveis por isso. Ou são??? Isso é algo passível de ser analisado em vários capítulos, quiçá em um livro.

Para entender o nosso existir, devemos mergulhar e, labirintos nunca cartografados.

Essa semana vem sendo estranha (como assim?!! hoje é apenas terça-feira!!), sobretudo pelas expectativas infundadas, talvez nem elaboradas.

É estranho ter expectativa sem se saber de quê.


Soslaio... a Júlia é boa nisso.


Ao pensar comigo eu ouço:

- Apaixone-se, mas primeiro desapaixone.

E penso:

-Ela está lá fora...

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Segue em Anexo



Segue em anexo tudo aquilo que queria falar.

Todos os sentimentos, mesmo que sem sentido

neste veja, pois nele seguirá.


Segue o grito de alegria reprimido,

o de dor que foi sufocado,

o de medo adormecido,

o de fé que é restaurado.


Seguem minhas vontades, meu motor,

segue a esperança também,

segue desde o ódio ao amor,

segue a presença de ninguém.


Segue a lembrança do ontem que passou,

segue a lembrança do futuro que virá,

segue o déjà vu do hoje que estou,

assim segue, e sempre seguirá.


Anexo a este minhas virtudes vão também,

mas com elas vão meu ego

que se cresce, me faz ninguém.


Segue a saudade do medo que não senti

Segue o medo da saudade que há de vir...

Segue e vou seguir...


sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Talvez


Oito ou oitenta.

Venho notando ultimamente que uma frase é muito dirigida à minha pessoa: “ - Você não está falando sério, está?”.

Acontece que na maioria das vezes em que me disseram tal frase eu realmente falara sério. Complicado isso. Tenho que tomar cuidado com minhas brincadeiras, posso com isso acabar afastando aqueles que verdadeiramente amo.

Mas o problema se agrava.

Existem situações, extremamente delicadas, onde meu ouvinte acredita que estou brincando, mas fica com uma pequena dúvida de que talvez eu realmente esteja falando sério.

Isso aconteceu a pouco tempo, quando pedi uma garota de marca (como diz o Phillipe Balboa) em namoro, ela riu e muito, demostrando-se desconcertada com a situação e disse que eu estava brincando, e mais que ela seria apenas mais uma que eu estava querendo “pegar”. Eu tava falando sério. :- (

Isso me faz mal... não quero perder quem eu amo... se não tiver o que busquei, almenos sua amizade...

Posso talvez ter a assustado... talvez tenha agido da forma errada... precipitado?

Talvez...


quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Aquele Lugar


Lugares são extensões de estado de espírito, ou vice versa, tanto faz.

Lembro-me das conversas demoradas com Filipe Brandão na pastelaria Vovó Chiquinha e de como aquele clima exalado pelo ambiente conversava com meus sentimentos da época.

Lembro-me também do cooper na orla da Lagoa do Boa Vista em dia nublado, seja ao entardecer ou às 6:30 da matina. O cansaço tomava contada das minhas angústias nesta época. Bons tempos.

Lembro-me das conversas demoradas no portão da minha primeira casa com Filipe, falando sobre coisas da vida, sonhos musicais expectativas tangentes à relacionamentos.

Lembro-me das conversas e dos vídeos assistidos no PC com a Nayara … bons tempos aqueles... Das idas ao “bairro” para ensaiar com o Escravos do Céu, 99,78% delas de bicicleta. Bons tempos...

Nostalgia...

As novidades trazem consigo a euforia da descoberta, mas para as pessoas menos desprendidas como eu trazem insegurança.


- Um shopping é só um shopping Jefferson!

- Eu sei mas é que...

- Mas é que nada! E outra, vai ser super bacana! Vamos?

- É que eu tava a fim de ficar aqui mesmo, só trocando ideia de boa...

- Ah... é sempre assim, toda vez! A gente tem que fazer alguma coisa diferente, e tá todo mundo lá, deve tá “mó” animado!

- Ah … pode ir, to a fim de ficar de boa...

- Ah … beleza, vou insistir não.

- Ok. Falô!


- Tchau.

Meu primeiro contato com esta edificação faraônica foi com um telefonema da Nayara, onde a mesma me disse ter ido nos dois últimos dias no Shopping Sete Lagoas – detalhe: havia três dias que o mesmo havia sido inaugurado. Logo pensei: “Sujou!”

Depois disso ao retornar para minha cidade natal, descobri de uma maneira não muito agradável que em virtude da inauguração deste “templo do desfazer”, algumas linhas de ônibus sofreram modificações em seu itinerário, e por trágica coincidência a linha que eu pegara estava inclusa nesta lista. Fui parar na temida construção. Ridiculamente aclamada pelos nativos da região, todos eufóricos ao adentrar aquele local.

Sondei uma provável “saída” com a Nayara, mas a mesma já iria para “aquele lugar” (como diz minha mãe, coisa ruim não se deve nem falar o nome) com a mãe dela. Tudo bem, pensei eu, pelo menos ela não sugeriu que fossemos lá... é um programa em família.

Posteriormente, deparei-me com as visitas àquele ambiente da minha irmã e minha mãe, consecutivamente. E também um convite do Filipe Brandão para que fosse com ele, pois o mesmo deveria realizar um trabalho para a faculdade sobre aquele antro de perdição capitalista.

Espero que todo esse exagero meu seja apenas exagero, fruto da minha contemplabilidade das coisas. E que os “programas de índio” continuem ainda sendo a opção principal de diversão para mim e para os que estão ao meu redor.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

DNA - m (Desses Não Abro Mão): Nayara Sobral (Nayka)


“...Já que só você tem

a chave das grades

que eu sou refém


E não vou além

do me entregar

eu não vou lutar...” (Jefferson Ferreira)




Nayara Sobral. Garota de olhar visionário, de palavras mágicas, de voz impactante, diria até mesmo surpreendente se você criar expectativas ao ver tal figura delicadinha e com semblante de menininha.

Seu ar de garota independente a feminista é, segundo o que eu acredito, pura faxada. Por traz de todos aqueles “filosofares” dela, se esconde uma mulher frágil esperando por um colo para a acolher em seu braços.


Apareceu na minha vida de uma forma que nem sei explicar como, uma mistura de acaso com ações de Deus, esta garota surpreendeu-me ao deixar de ser apenas a “garota do Alonso Marques”, para ser Nayara! Seus cantares, singulares em definição, fazem-na totalmente diferente destas garotinhas que circulam pelo mundo a fora. Seu “poetizar a vida” é, para mim, um dos constituintes de seu DNA, e mesmo quando teço críticas a essa carga genética, faço-a justamente pela minha mania de querer complicar tudo.


Tem o lado chato também, ela inexplicavelmente não consegue me dar atenção exclusiva, não consegue girar em torno do meu umbigo, mas tudo bem, suporto (brinco!). Consegue pelo contrário me surpreender sempre, com reações inversas ao que eu esperava quanto a alguma coisa, para o bem ou para o mal. Se espero seu riso, não me estranho contemplar sua indiferença, se espero sua indiferença, já nem me espanto com seu riso. Em suma é isso riso ou indiferença (charminho às vezes! rs).

Seu poetizar a vida faz com lembre-me dela nos momentos mais inesperados, como por exemplo, um olhar pela janela que contempla as estrelas no céu. Posso eu escrever um livro sobre tudo o que sinto por esta garota, mas sei que página após página seria eu redundante, pelo simples motivo de que o que sinto por ela ser simples em conceito, porém complexo em sentir. Palavras podem ser breves ou imprecisas para definir e distinguir o que sinto pela mesma, mas são uma das poucas formas de externalizar todo esse emaranhado de sentimentos que tenho pela mesma.

Queria muito que não fosse apenas mais um em sua vida...

E para quando você ler este (espero que leia!):

Beijo Grande


=*



sexta-feira, 1 de outubro de 2010

DNA - m (Desses Não Abro Mão): Letícia


Obs.: Começo hoje aqui neste espaço uma série de textos onde falarei sobre pessoas que fazem ou fizeram muita diferença na minha vida. Este espaço poderá ser taxado de “contemplativo” por uns ou então muito expositivo por outros, mas acontece que o mesmo será legitimado pela minha vontade. Apenas!

Letícia, o nome oriundo do latim Laetitia, segundo pesquisas que fiz na internet, significa alegria ou quem traz alegria. O fato é que neste pouco tempo que conheço essa admirável e delicada mulher, a mesma vem fazendo jus ao nome. De semblante fechado na maior parte do dia, Letícia sempre me surpreende com seu sorriso inesperado de frequência inconstante, porém de intensidade forte quando emitido, não apenas no aspecto de volume, mas também na profundidade subjetiva do mesmo.

Como já disse a ela várias vezes, o sorriso dela, aquele de gargalhada alta, lembra muito o jeito de uma criancinha sorrir. Delicada. Mas não totalmente. Surpreende-nos sempre com algumas palavra apimentadas sobre os mais diversos temas, fazendo-nos sentir uma vergonha incomensurável.

O olhar perdido quando converso com ela faz com que eu pense que a mesma não presta atenção em uma palavra sequer que eu disse, e sabe o pior?? É isso mesmo! Fico lá duas horas falando com ela até ser surpreendido com um “hã?”, ou então nos casos piores ela descaradamente fala: “repete por favor? Eu estava prestando atenção em outra coisa.”

Complicado isso, mas nem tanto, pelo simples fato de que ela é uma pessoa muito carismática, quando você se aproxima. Fui conquistado aos poucos, e o pouco tempo que a conheço,já faz de mim um dos seus maiores admiradores (pelo meno no nosso trabalho!).

O jeito de olhar inocente (pura fachada!), me conquista dia a dia, a companhia pós expediente é algo que faz falta no início da noite. A presença dela no “Latin” (Bar assim batizado por ela), é a única que têm valido a pena nos últimos meses. Os ouvidos dela, sempre abertos para minhas desilusões e frustrações pessoais são também culpados por todo esse sentimento empático que tenho pela mesma. O chato é que ela à a personificação do silêncio, mas as qualidades superam qualquer fator negativo.

Letícia, para mim, não é sinônimo apenas de alegria, é também sinônimo de pessoa insubstituível, muito especial, e apaixonante.

Já tenho saudade só de pensar que existe a possibilidade de não mais a ver, porém acredite, farei o que estiver a meu alcance para sempre tê-la como companhia.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Inventei Cores


Dos aprendizados mais importantes que tive em minha vida, sem sombra de dúvidas, o de não mover montanhas por ninguém estará listado neles.

Baseado naquele velho pensamento que diz que não devemos idealizar de mais as pessoas é que se esconde equivoco de fazer coisas exacerbadas em nome de alguma pessoa. Quando estamos movendo montanhas, mudando o curso do planeta Terra no universo, fazendo chover no deserto, inventando cores etc., estamos, muitas vezes, lutando por uma idealização que temos sobre o outro.

Essa idealização de pessoa quase perfeita legitima essa nossa incursão ao improvável, tudo para conseguir algo do, ou até mesmo o outro.

Inventar cores significa fazer combinações das mais inimagináveis, tudo para conseguir algo em troca, porém quando o fazemos não percebemos que as cores utilizadas como matéria-prima, são fruto de muito sofrimento, desgaste, etc.

Com isso, cometemos um dos maiores erros: valorizar mais o outro do que a nós mesmos.

No conceito de amar ao próximo, está subtendido que devemos antes de mais nada nos amar, pois a experiência do aprendizado ocorre sempre em primeira pessoa, temos que ter a experiencia pragmática das coisas, e para aprender amar, necessariamente devemos fazê-lo primeiro conosco.

Pronto. Concluímos então, que para amar alguém, devo me amar e por tal motivo acredito que até que me provem o contrário não devo sair por aí inventando cores.

Não devemos confundir, contudo, “invertar” cores com “colorir os brancos”. Para conseguir algo de alguém ou até mesmo alguém, é licito e legítimo que corramos atrás, bem como nos desgastemos um pouco, até mesmo pelo fato de que para que consigamos algo devemos despender algum investimento.


É isso!


Inventar cores não, colorir os brancos sim!


Fiquem na graça do Senhor Deus!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

A Matemática do Coração


Novecentos e vinte e cinco milhões, trezentos e quarenta e quatro mil vezes, foi aproximadamente o número de vezes que o seu coração bateu até hoje. Isso considerando que o mesmo funcione em um ritmo cardíaco de 85 batimentos por minuto, o que é relativamente normal para um ser humano saudável.

Acontece que este calculo sofreria interferência se considerasse as corridinhas para pegar o ônibus, ou a ansiedade antes da prova final de matemática, fatos estes que alteram, para mais, a frequência dos batimentos do seu coração. Ou seja, acredito que este número seja bem maior.

Mas por que falar deste número? Por que começar tal texto com dados a principio tão desnecessários?

É simples, para enxergarmos o quão complexo é a nossa vida, agora no sentido biológico da coisa. Esse emaranhado de sistemas que é o corpo humano é fruto da mais bela criação de Deus, a vida.

Estamos vivos (milagre diário!) e nem damos valor e atenção à vezes. Para começo de conversa já é motivo de júbilo ter a chance de viver, pois podemos amar, dançar, cantar, andar, sorrir, chorar, etc. Entende? Isso é o melhor de tudo: Você pode!

O fato de fazer aniversário pode ser encarado como uma data em que renovamos um ciclo anual de vida e que iremos começar tudo de novo, só que desta vez mais fragilizados pelo avanço da idade. Mas não é apenas e nem consubstancialmente isso. Como salientei no inicio do texto, após 21 anos vividos, o coração já batera aproximadamente 900 milhões de vezes e durante todo esse tempo, quase todas as emoções possíveis ao ser humano já foram apreciadas.

Fazer aniversário significa que concluímos um trecho de uma jornada que se chama vida. Significa que já passamos por tanta coisa que nos marcou, nos moldou para que chegássemos como estamos hoje. Significa que temos que continuar a viver, só que desta vez, mais preparados para os intemperes da vida. Estamos calejados! Prontos para o que vier! E se não estivermos, estaremos no mínimo prontos a aprender como estar pronto.

Para finalizar, e voltando ao tema coração, descobri que a palavra vem do latim cor, que significa conhecer de memória, “saber de cor e salteado”, trazendo-nos, também a ideia de núcleo. Portanto desejo que na essência, na memória, do seu coração estejam sentimentos de DETERMINAÇÃO, FÉ, ESPERANÇA e AMOR e que você norteie sua vida pelos princípios e gestos do Senhor Jesus Cristo, que Ele seja a referência de viver para você.

Continue a ser esta pessoa que você é, e lute, mas lute muito por seus planos e ideais, sabendo que poderá contar com seus amigos e inclusive comigo nos momentos de dificuldade (nos de alegria também tá? rs).


Feliz Aniversário Gê!

Que todos os seus sonhos se realizem de acordo com a vontade de Deus!

sábado, 25 de setembro de 2010

O Curioso Caso de Natália de Paula Teixeira

A simplicidade é uma virtude para poucas pessoas. Não confundamos simplicidade com ingenuidade ou com algo que tome conotação negativa. Atitudes simples revelam pessoas virtuosas, e este parece ser o caso de NATÁLIA DE PAULA TEIXEIRA.

Neste mundo de atualidades e de busca incessante pelos prazeres superficiais muito me estranha (no sentido bom da palavra, com satisfação) encontrar uma garota de 15 anos de idade com tamanha virtude.

Eu não posso compará-la comigo aos meus 15 anos, e nem muito menos quero fazê-lo, porém é inquestionável que a mesma difere totalmente do que presencio por aí pelo mundo a fora, com garotas de mesma idade.

É uma eterna luta de vaidades, onde vence quem é mais “desenvolto”, “descolado” e coisas do gênero, porém estas pessoas esbarram em um problema: são vazias de sentimentos.

Garotas que nesta idade já não brincam mais de boneca e muito menos querem fazer “comidinha” na panelinha de plástico rosa, desejam sair para beijar na boca, ficar com 30 caras em uma noite (Lembra do dia de Conversas de Holyoody na lagoa, Gê?), e no decorrer do dia se impor perante aos outros e até mesmo tendo postura de pessoa adulta. Mas será que isso é realmente viável? Será que ser adulto é realmente ter tais atitudes? Acho, aliás, tenho certeza que não.

Esta garota, Natália, é luz no fim do túnel para quem acredita que ainda temos garotas de valor por aí, garotas que não se vendem por pouca coisa, mas que com pequenas coisas (gestos humildes) conseguem dar lição de moral em muitos adultos.

Que moças bonitas como a Natália, e especiais em essência venham ser presença cotidiana em meu dia a dia. Moças de olhar doce, poucas palavras (não que para ser virtuosa isso seja requisito), e simplicidade são raras nos nossos tempos, que bom conhecer uma raridade como você Natália!

Desejo encontrar pela minha vida a fora, várias “Natálias”, pois se assim for, certeza terei eu de que o mundo estará bem melhor!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Exercitar o Amar

Amar é algo complicado.

Talvez essa complicação seja oriunda justamente da incompreensão que temos deste sentimento.

Muito se fala sobre amar, mas pouca certeza. Sabemos que amar é se dar pelo outro, sabemos que o amor é exercido sem segundas intenções, mas também sabemos que apenas sabemos. É tarefa árdua se entregar à essa proposta cristã de amor, não somos capazes, na maior parte das situações de nossa vida, de nos entregar à um amor sem segundas intenções. É complicado, mas não impossível.

Assim como qualquer outra coisa em nossa vida, o sentimento de amar, é algo que deve e pode ser exercitado para que aprimoremos o mesmo. Quanto optamos por determinada prática em nosso dia a dia, estamos nos moldando lentamente de acordo com esta. Funciona do mesmo modo como tomar café todos os dias às 06h45min da manhã, se persistirmos desta maneira ao fim de um ciclo de dias, estaremos adaptados e sentindo falta de tomar café neste horário. Ir ao banheiro, almoçar, tomar água, praticar exercícios físicos, todos estes perpassam por necessidades vitais, e não diferente, o ato de amar é vital para o ser humano e por isso devemos exercitá-lo.

Mas como exercitar algo que é tão abstrato, subjetivo?
A resposta é simples em conceito, porém complicada em praticidade, em executabilidade.

Por se tratar de um sentimento, não basta comprar algo para comer ou beber, o amor deve ser alimentado e educado através de atos enraizados em subjetividades sentimentais. Devemos exercer a caridade, e para isso não precisamos ir longe, pode ser com nossos familiares no simples favor casual, pode ser com os amigos, com os companheiros do trabalho. Devemos nos permitir ser ajudados, assumindo a nossa fraqueza perante as barreiras do cotidiano, e conseqüentemente nos permitir sentir amados sem ter que pagar por isso depois. Todos esses buscando sempre não fazê-los de modo mecânico ou impositivo. Devemos entregar nossos ideais, nosso modo vida à Deus, suplicando para que alcancemos o que é chamado de Discernimento do Espírito, onde buscaremos forças e razões para executar aquelas tarefas humanamente impossíveis (amar, por exemplo).

Por fim, saibamos que exercitar-nos para a prática de amar é fundamental para uma vida saudável físico e psiquicamente falando, mas que o amar passa, impreterivelmente, pelo espiritual e se não nos entregarmos ao poder do Espírito Santo, se não nos debruçarmos sobre os braços de Deus, jamais compreenderemos radicalmente o sentido da palavra amar.

Que a paz do Senhor esteja sempre convosco!

Lembremos: “O AMOR de Cristo nos uniu!”