quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Tão Perto do Chão


“Eu tava quase chegando no chão
E o pára-quedas reserva se abriu
Depois de mil tentativas em vão
Desfibrilaram o meu coração.”

Resgate




No desespero nos encontramos. A maior parte das reflexões acerca de nós mesmos, infelizmente, são feitas na zona de desconforto. E é justamente por esse fato que é na zona de desconforto que crescemos. Quando passamos por dificuldades temos a chance de adentrar meandros desconhecidos, locais onde apenas chegamos se tocarmos a face do sofrer.


Existe uma verso que é cantado no Exército Brasileiro que exemplifica bem isso que eu disse: “ É do fogo bem mais forte, que se forja o aço bom!”. Só que para sermos forjados como bom aço devemos enfraquecer.

Assim como o aço antes de se tornar boa liga é derretido, enfraquecido, para só depois deste processo resfriar-se e se tornar utilizável nas condições mais adversas possíveis, somos nós que enfraquecemos, sofremos, choramos, para depois passar por um processo lento de resfriamento e recuperação, onde findaremos mais uma etapa de nossa vida, agora porém, fortificados pela aprendizagem do sofrer.

Temos que contar com as fontes de apoio, mas apoio positivo, pois o mundo está repleto de falsas oportunidades de solução dos nossos problemas. Tomemos como fonte de apoio a busca por Deus e o apoio dos amigos e familiares, reconheçamos nossas fraquezas e aceitemos o apoio oferecido, independente de onde venha, desde que de fontes legitimamente licitas, do bem.

Não tomemos os momento de dor como única forma de evoluirmos como seres humanos, mas é baseado em experiências pragmáticas que argumento que nestas situações é que absorvemos de forma visceral quais deverão ser nossas posturas ante situações similares.

A fórmula é simples: Esperança + Perseverança + Apoio exterior (amigos) = Destruição de nossas angustias.


Fé em Deus e pé na estrada!

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