Juro que queria ter escrito algo de intressante aqui hoje!
Obs.: Nunca vou conseguir escrever ideia, jiboia, etc. ...
Começo o texto de hoje com uma citação que julgo ser a citação das citações que já fiz:
Saudade é algo preocupante. A muito tempo atrás (tinha meus 16 anos), fiz uma das minhas primeiras considerações sobre a vida, a qual julgo até hoje ser uma verdade irrefutável: Felicidade e saudade nunca poderão andar juntas.
O raciocínio é muito simples:
Quando felizes, ocupamos nossa mente demasiadamente com coisas vibrantes, diria até mesmo coisas entorpecentes, tão entorpecentes que chegam a ofuscar o brilho nostálgico que reluz de nossa alma no instante em que sentimos saudade.
Preciso urgentemente de algo que me faça brilhar os olhos. Algo que como óculos colorido venha pigmentar meu redor. Quero sangue quente e corrente em minhas veias.
Sonata ao luar de Ludwig Van Beethoven, é sem dúvidas uma obra prima da humanidade, a ponto de nos transportar para um estado de espírito estonteante. É impressionante como um ser humano foi capaz de algo tão majestoso e singelo ao mesmo tempo.
Cada movimento externa um estado de espírito diferente, mas superficialmente apenas, pois desde o primeiro movimento até o terceiro é possível identificar a mesma áurea na música.

Quais são as possibilidades para vinte dias?
Pensemos:
- Um dia tem 24 h, então consequentemente 1440 minutos, cujo os quais em si comportam 86400 segundos.
Pronto. De posse deste raciocínio podemos ter algumas evidências.
Um miojo, por exemplo, leva 3 minutos para ser preparado, logo em um dia posso preparar 480 miojos (1440 min. / 3 min). Isso tudo em 20 dias dá-me a possibilidade de preparar 9600 pratos destes. Mas não cozinho muito bem....
Então quem sabe assistir o maior número possível de jogos dos últimos campeonatos brasileiro?
Cada jogo possui dois tempos de 45 minutos cada; coloquemos mais 6 minutos de acréscimo, 3 para cada tempo, perfar-se-á um total de 51 minutos, para que a conta fique arrendondada, colocarei mais 9 minutos para coisas do tipo como colocar o DVD, dar o “play”, tomar água, etc., no final terei gastado 1 hora para cada partida. Muito Bom! Um jogo a cada hora, 24 por dia, 480 no final do período de 20 dias! Dá pra ver muitos gols! Mas não sou fã de futebol...
O dinheiro não está lá muito essas coisas, então devo procurar possibilidades que não necessitem que eu despenda todos os meus recursos financeiros oriundos de remuneração específica do período de férias. Então devo buscar atividades baixo custo, ou de preferencia sem nenhum custo financeiro. Já tenho em mente correr, sobretudo para me preparar fisicamente, o que é uma prioridade em minha vida atualmente.
Tocar! É isso! Música! Muita música!
Descansar das coisas do dia a dias, ver com maior frequência meus amigos (mais conversas filosóficas com o Filipe Brandão).
Dar um “pause” no Marcos, Fábio (Netinho), Phillipe (Balboa), Thales (Idiota!), Wendel (Meu p. De óculos), para aí sim cuidar melhor de minhas coisas.
É isso! Cuidar das minhas coisas.
E no fim, por experiência, desejo que se cumpra a vontade de Deus perante a minha, pois a primeira é a única verdadeiramente boa para os meus dias. E que meus pés andem, neste período, nos átrios do Senhor!
Paz e Bem!

“Eu tava quase chegando no chão
E o pára-quedas reserva se abriu
Depois de mil tentativas em vão
Desfibrilaram o meu coração.”
Resgate
No desespero nos encontramos. A maior parte das reflexões acerca de nós mesmos, infelizmente, são feitas na zona de desconforto. E é justamente por esse fato que é na zona de desconforto que crescemos. Quando passamos por dificuldades temos a chance de adentrar meandros desconhecidos, locais onde apenas chegamos se tocarmos a face do sofrer.
Existe uma verso que é cantado no Exército Brasileiro que exemplifica bem isso que eu disse: “ É do fogo bem mais forte, que se forja o aço bom!”. Só que para sermos forjados como bom aço devemos enfraquecer.
Assim como o aço antes de se tornar boa liga é derretido, enfraquecido, para só depois deste processo resfriar-se e se tornar utilizável nas condições mais adversas possíveis, somos nós que enfraquecemos, sofremos, choramos, para depois passar por um processo lento de resfriamento e recuperação, onde findaremos mais uma etapa de nossa vida, agora porém, fortificados pela aprendizagem do sofrer.
Temos que contar com as fontes de apoio, mas apoio positivo, pois o mundo está repleto de falsas oportunidades de solução dos nossos problemas. Tomemos como fonte de apoio a busca por Deus e o apoio dos amigos e familiares, reconheçamos nossas fraquezas e aceitemos o apoio oferecido, independente de onde venha, desde que de fontes legitimamente licitas, do bem.
Não tomemos os momento de dor como única forma de evoluirmos como seres humanos, mas é baseado em experiências pragmáticas que argumento que nestas situações é que absorvemos de forma visceral quais deverão ser nossas posturas ante situações similares.
A fórmula é simples: Esperança + Perseverança + Apoio exterior (amigos) = Destruição de nossas angustias.
Fé em Deus e pé na estrada!

Acho que é a chuva.
Espero que seja a chuva...
Será que é a chuva...?
Não. Não é a chuva.
Sempre procuramos fatores externos para designar os “porquês” do nosso estado de espírito. Mas nem sempre os mesmos são os únicos responsáveis por isso. Ou são??? Isso é algo passível de ser analisado em vários capítulos, quiçá em um livro.
Para entender o nosso existir, devemos mergulhar e, labirintos nunca cartografados.
Essa semana vem sendo estranha (como assim?!! hoje é apenas terça-feira!!), sobretudo pelas expectativas infundadas, talvez nem elaboradas.
É estranho ter expectativa sem se saber de quê.
Soslaio... a Júlia é boa nisso.
Ao pensar comigo eu ouço:
- Apaixone-se, mas primeiro desapaixone.
E penso:
-Ela está lá fora...

Segue em anexo tudo aquilo que queria falar.
Todos os sentimentos, mesmo que sem sentido
neste veja, pois nele seguirá.
Segue o grito de alegria reprimido,
o de dor que foi sufocado,
o de medo adormecido,
o de fé que é restaurado.
Seguem minhas vontades, meu motor,
segue a esperança também,
segue desde o ódio ao amor,
segue a presença de ninguém.
Segue a lembrança do ontem que passou,
segue a lembrança do futuro que virá,
segue o déjà vu do hoje que estou,
assim segue, e sempre seguirá.
Anexo a este minhas virtudes vão também,
mas com elas vão meu ego
que se cresce, me faz ninguém.
Segue a saudade do medo que não senti
Segue o medo da saudade que há de vir...
Segue e vou seguir...