sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Cadê o Meu Querer

Ela é bonita, educada, tímida mas não totalmente retraída, inteligente, simpática, carinhosa, protetora, tem fé mas sem perder a racionalidade, gosta de música, de dançar, tem uma sensibilidade singular para as artes, independente mas deixa-se ser acolhida como um bebê é pelos seus pais. Enfim, ela é IDEALIZADA.

Isso é perigoso, na idealização que fazemos das coisas e das pessoas é que se encontram a maiorias das nossas frustrações. Me recordo de ter apaixonado várias vezes, e na mesma proporção lembro-me de ter acabado frustrado. Somos escravos das nossas idealizações, e sempre nos encontramos em situações fortuitas, mas nem tanto, pelo simples fato de descobrir que o outro não é a materialização dos nossos sonhos.

Aprendamos a não projetar de modo exacerbado as nossas idealizações nos outros, com expectativas quanto ao outro.
Projetamos nada mais do que nossos vazios e limitações, e o outro não tem o dever de preencher todas as nossas lacunas existenciais. Como diriam no Exército Brasileiro, isso é “guerra nossa”.

Estou com fome de aprender a não projetar tantas expectativas nos outros...[reticências que falam mais que parágrafos]

Paz e Bem!

Obs: Foto meramente provocativa e irônica

Um comentário:

~ disse...

To precisando aprender isso tambem!!!!